Transmitir Segurança com Amor é construir Limites.
Transmitir Segurança com Amor é construir Limites
Maria Aparecida Gomes Costa
Como estabelecer limites?Quando começar a estabelecer limites?O que são limites?Qual a importância para a formação do Ser humano o estabelecimento de limites?Como construir estes limites?
Estas perguntas farei as mães no momento de minha palestra no Espaço Múltiplo Orla em Niterói em uma dialética simples, aberta em uma troca de conhecimento mútuo. A orientação, ensinamento será vivido em construção com todas as mães que estiverem presentes, com os educadores, com as crianças.
No nascimento do bebê, ao tê-lo em seu peito neste momento mágico de compartilhar emoções, a mãe por atender a todas as suas necessidades, esquece que este é um novo sujeito, um Ser em construção. Dá asas ao ideal formado no período de sua gestação ou não, quando este bebê não é formado pelo desejo de ter. A partir deste momento, do desejo de amamentar aquele Ser, dá a ele a noção de que tudo pode que tudo é dele, que ele tem todo o controle da situação. Este pensamento do bebê de onipotência, de sua importância no seio da família, sem regras, sem normas, sem lei. A criança não é intencionalmente egoísta ou sem consideração, o seu comportamento é decorrente da limitação cognitiva desta tenra idade. A professora indaga uma criança de 02 anos se esta tem um irmão, ela responderá que sim,sendo indagada pelo seu nome, ela dirá como seu irmão se chama.A professora então pergunta a ele se o seu irmão X tem um irmão,ele irá responder que não!!As crianças pequenas são incapazes da lógica adulta, por este motivo os adultos devem estimular para que as crianças a partir de demonstrações concretas pensarem por si mesmas.
Nós como adultos não perdemos por completo o egocentrismo da infância, pois a partir do momento que conhecemos a solução de um problema, não compreendemos porque o outro não consegue compreender com a mesma rapidez o mesmo problema.
Para que esta situação seja alterada, para que a manipulação do bebê seja compreendida terá que haver a intuição, o amor e a cautela de ser feita a intervenção no momento correto. O sim e o não são princípio e o fim da vida, onde começa a sua liberdade termina a liberdade do outro, pois nos projetamos no outro, fazendo dele o nosso modelo. Como interferir neste processo de criação de limites?Em que idade poderá atuar sem comprometimento da psique da criança?A linguagem é a maior ferramenta da comunicação seja esta verbal ou não verbal, a explicação dos motivos do não mesmo que sejam banais para os adultos, para a criança é novo e existe credibilidade para tudo que o adulto verbaliza, pois o adulto é “grande”, tem a sapiência. A partir dos 03 meses o bebê consegue assimilar o que quer dizer a negação em sua vida, a mãe ao trocar frases carinhosas ditas à lei. O falar não é esperado pelo bebê, precisa deste não para elaborar sua estruturação psíquica, espera este não e sua explicação. O adulto deve descer até a altura do bebê, explica educando, fornecendo a ele a segurança do saber que é bom e o que é mau, da noção de perigo.
A segurança para o bebê faz com que ele tenha discernimento para seu enfrentamento no que o espera no decorrer de sua vida, o capacite para a compreensão do que é direito, do principio da ética. Daí que começa a educação, saber corrigir educando, sem confronto, sem medir forças, com amor. Ocupando o coração da criança com sentimentos construtivos de solidariedade, amizade,carinho e confiança em si e no outro.Se a família negligência este direito da criança desta barreira ser formada, os prejuízos serão indiscutivelmente imensos para a formação da personalidade deste ser em formação.
Questionamento:
Perguntas que serão feitas as mães com o objetivo de reflexão e discussão no decorrer da palestra. Serão discutidas idéias de intervenções nas situações mais comuns de falta de limites, vividas em casa, na sala de aula e no meio social.
Perguntas e conclusões:
Após discussão com as mães, refletir junto sobre as possibilidades de atitudes a serem tomadas.
(1) Como educar uma criança que não interage com seus colegas na escola, com seus familiares, entrando em conflito com todos a sua volta. Sua mãe o coloca de castigo, mas seu pai com pena, pois não consegue ver seu filho chorando, libera a criança do castigo sem cumprir o tempo determinado pela mãe?
Conclusão:
• Não deve haver desautorização.
• Deve haver combinações entre pai e mãe.
• Pai e mãe devem conversar com a criança, ficando na mesma altura dela, sobre o ocorrido.
• Ao castigar a criança deverá ser indicado o local de castigo e o horário de permanência, na saída do castigo a mãe deve conversar sobre o fato demonstrando carinho, fortalecendo os laços de amor.
• Estipular como reforço positivo, uma tabela de pontos marcados com figuras tipo: flores, bolas de gude, etc. compensando as atitudes positivas realizadas pela criança. Pontuando o máximo de pontos para o ganho de um brinde,podendo ser um passeio, um cinema, um sorvete,etc..
(2) Como os pais se comportam ao se deparar com um filho fruto de uma gestação de risco, cuidado como “bibelô” da família, sendo seus desejos atendidos, ter um comportamento indesejável como tomar brinquedos que não são seus, querer comprar tudo o que vê o que deseja. Quando é contestado, joga-se no chão, provocando o desconforto dos pais e todos a sua volta?Como resolver este problema?
Conclusão:
• Não ceder a sua vontade.
• Ficar de seu tamanho, olho com olho, explicar como é desagradável a sua atuação.
• Negociar o que irá cortar do seu lazer por ter aquela atitude (não se esquecer de verbalizar o tempo do castigo).
• Estabelecer reforço positivo para uma melhoria de comportamento, não significando a retirada do castigo. Exemplo: fazer quadro de pontos positivos seja representado por figuras ilustrativas (tipo flores, bolas de gude, carrinhos, etc (...) estabelecendo o número para o ganho de prenda procurando inverter o sentido da ação).
• Deixar chorar.
• Não ignorar esta chantagem emocional, assumindo o papel de pai e mãe.
(3) Como evitar que seu filho fale palavras de baixo galão, tipo “palavrões” em público, repetindo o que os adultos falam inclusive o que “às vezes” você e seu marido deixam escapar?
Conclusão:
• Evitar falar palavrões em casa, pois são modelos de comportamento para seus filhos.
• Policiar os programas de TV, músicas sempre esclarecendo tudo que for perguntado ou dito pelo seu filho.
• Conversar e esclarecer as dúvidas dos filhos.
(4) Como se comportar ao ser chamado na escola de seu filho mais velho (07 anos), por este estar disperso nas aulas, recusando-se a fazer os exercícios e suas atividades em casa. Em casa seu comportamento anda estranho, fica boa parte do tempo sozinho,recusa-se a brincar com os amigos, exigindo a sua presença para tudo, inclusive desejando voltar a mamar em seu peito.Esta mudança de comportamento começou no momento que nasceu seu irmãozinho de apenas 04 meses?
Conclusão:
• Acompanhar as suas tarefas sem realizar estas para a criança.
• Dar atenção igual aos dois filhos, pedindo que o mais velho ajude a cuidar do mais novo, criando atividades como ajudar a dar banho no bebê, dar comida, etc...
• Pontuar sobre a responsabilidade dos atos cometidos, questionando sua atitude perante a escola, orientando sobre uma possível repreensão ou reprovação, tendo este sabedor, assumindo seus atos.
(5) O que fazer ao se deparar com sua filha de 09 anos falando com convicção de fatos e sumiço de objetos que não aconteceram na realidade, criando a fantasia de existirem, passando a ocuparem o lugar da verdade?
Conclusão:
• Esclarecer a partir do diálogo como é inoportuna a mentira, como a pessoa que mente se sente ao ser descoberta a sua mentira, citar exemplos, perguntando se ela conhece algum para ilustrar.
• Fazer a criança revelar a verdade, reforçando este momento com a importância para a sua vida futura.
• Criar um momento para reflexão mãe e filha, levando em conta o compromisso com a verdade.
• Diálogo.
(6) Como se comportar ao saber pela sua filha de 10 anos que está apaixonada por um colega da escola de sua idade e que parece ser correspondida?
Conclusão:
• Conversar sobre a responsabilidade de um namoro, falar sobre o que o sentimento, o que acontece com os impulsos, como controlar.
• Não questionar a idade de sua filha, atendê-la neste momento. Trata-se de um momento especial,não pense ser bobagem os sentimentos que está sentindo, compreenda,não deixe sem respostas as suas perguntas.
• Evitar proibir.
• Prestar atenção a programação da TV que sua filha anda interessada.
(7) Como agir mediante a reclamação da escola a respeito do comportamento irrequieto de seu filho de 09 anos, não para sentado, não tem atenção à aula perde seus pertences, termina suas atividades escolares rapidamente sendo às vezes, concluídas pela metade?
Conclusão:
• Diálogo.
• Procurar ajuda de um psicólogo.
• Dar exemplos da importância do estudo na vida de uma pessoa.
• Estabelecer rotina de organização feita pela própria criança em casa, com horários das tarefas, de estudos, para brincar.
• Reservar um tempo mesmo que pequeno para estar com a criança.
(8) Qual a sua atitude com seu filho que no jogo de futebol onde é atacante vendo o seu time perder, parte para a agressão. É chamada na escola por ele desistir de fazer o trabalho de grupo na escola por um de seus colegas não saber responder a um quesito, chorando,brigando sai da sala.Você diz ao professor de seu filho,que trata e verbaliza o seu filho afirmando que ele é sempre vencedor, deixando claro, a ele, este seu desejo?
Conclusão:
• Orientar a criança que ser o primeiro não é tão importante, o que importa é chegar e alcançar o objetivo ou aceitar a perda melhorando, perseverando.
• Questionar o uso da violência como resolução dos problemas, é atitude de quem não possui inteligência, mostrar exemplos que o maior prejudicado será ele próprio.
• Diálogo
• Procurar a ajuda de um psicólogo.
(9) Qual a sua atitude com sua filha de 11 anos, ao perceber que apresenta mudanças de humor onde por motivos banais se debulha em lágrimas ou fica de mal com qualquer pessoa, inclusive com sua família. Você percebe que esta atitude poderá ser um manifesto de manipulação fazendo com que suas vontades e atenção sejam satisfeitas, ignorando suas investidas. Então, ao ver que seus desejos já não estão sendo satisfeitos com freqüência, sua filha passa a queixar-se de incômodos físicos, tipo dores de cabeça constantes, dores generalizadas no corpo, até mesmo desmaios?Sente-se culpada, pois se separou recentemente do pai de sua filha.
Conclusão:
• Orientação a partir do diálogo.
• Procurar o médico e psicólogo.
• Explicar a sua filha o porquê de sua separação, que não mudará a relação entre ela e o pai.
• Demonstrar que compreende o seu sofrimento, mostrar que tem defeitos, dizer que você também erra.
• Não fale mentiras, pois você é o seu modelo, é a pessoa em quem ela confia.
• Não prometer aquilo que não irá cumprir.
• Não deixe sem respostas as suas perguntas.
• Saiba pedir desculpas, quando sentir que cometeu um erro para com sua filha.
(10) Qual a atitude que você tomaria ao perceber que seu filho está sendo ridicularizado pela família e colegas da escola, por causa de sua estatura, sua voz, pelo excesso de peso, pela sua aparência por estar entrando na puberdade?
Conclusão:
• Procurar um psicólogo.
• Orientar seu filho mostrando o quanto é importante a fase que se inicia.
• Procurar a escola para dar conhecimento que a atitude dos colegas de seu filho pode ser um ataque de bullying.
• Desenvolver em seu filho o sentimento de auto- estima, realçando algo como a sua inteligência, sua competência, suas atitudes.
• Reunir a família para uma conversa informal sobre o caso com seu filho presente, fazendo com que ele faça sua queixa.
Maria Aparecida Gomes Costa
Como estabelecer limites?Quando começar a estabelecer limites?O que são limites?Qual a importância para a formação do Ser humano o estabelecimento de limites?Como construir estes limites?
Estas perguntas farei as mães no momento de minha palestra no Espaço Múltiplo Orla em Niterói em uma dialética simples, aberta em uma troca de conhecimento mútuo. A orientação, ensinamento será vivido em construção com todas as mães que estiverem presentes, com os educadores, com as crianças.
No nascimento do bebê, ao tê-lo em seu peito neste momento mágico de compartilhar emoções, a mãe por atender a todas as suas necessidades, esquece que este é um novo sujeito, um Ser em construção. Dá asas ao ideal formado no período de sua gestação ou não, quando este bebê não é formado pelo desejo de ter. A partir deste momento, do desejo de amamentar aquele Ser, dá a ele a noção de que tudo pode que tudo é dele, que ele tem todo o controle da situação. Este pensamento do bebê de onipotência, de sua importância no seio da família, sem regras, sem normas, sem lei. A criança não é intencionalmente egoísta ou sem consideração, o seu comportamento é decorrente da limitação cognitiva desta tenra idade. A professora indaga uma criança de 02 anos se esta tem um irmão, ela responderá que sim,sendo indagada pelo seu nome, ela dirá como seu irmão se chama.A professora então pergunta a ele se o seu irmão X tem um irmão,ele irá responder que não!!As crianças pequenas são incapazes da lógica adulta, por este motivo os adultos devem estimular para que as crianças a partir de demonstrações concretas pensarem por si mesmas.
Nós como adultos não perdemos por completo o egocentrismo da infância, pois a partir do momento que conhecemos a solução de um problema, não compreendemos porque o outro não consegue compreender com a mesma rapidez o mesmo problema.
Para que esta situação seja alterada, para que a manipulação do bebê seja compreendida terá que haver a intuição, o amor e a cautela de ser feita a intervenção no momento correto. O sim e o não são princípio e o fim da vida, onde começa a sua liberdade termina a liberdade do outro, pois nos projetamos no outro, fazendo dele o nosso modelo. Como interferir neste processo de criação de limites?Em que idade poderá atuar sem comprometimento da psique da criança?A linguagem é a maior ferramenta da comunicação seja esta verbal ou não verbal, a explicação dos motivos do não mesmo que sejam banais para os adultos, para a criança é novo e existe credibilidade para tudo que o adulto verbaliza, pois o adulto é “grande”, tem a sapiência. A partir dos 03 meses o bebê consegue assimilar o que quer dizer a negação em sua vida, a mãe ao trocar frases carinhosas ditas à lei. O falar não é esperado pelo bebê, precisa deste não para elaborar sua estruturação psíquica, espera este não e sua explicação. O adulto deve descer até a altura do bebê, explica educando, fornecendo a ele a segurança do saber que é bom e o que é mau, da noção de perigo.
A segurança para o bebê faz com que ele tenha discernimento para seu enfrentamento no que o espera no decorrer de sua vida, o capacite para a compreensão do que é direito, do principio da ética. Daí que começa a educação, saber corrigir educando, sem confronto, sem medir forças, com amor. Ocupando o coração da criança com sentimentos construtivos de solidariedade, amizade,carinho e confiança em si e no outro.Se a família negligência este direito da criança desta barreira ser formada, os prejuízos serão indiscutivelmente imensos para a formação da personalidade deste ser em formação.
Questionamento:
Perguntas que serão feitas as mães com o objetivo de reflexão e discussão no decorrer da palestra. Serão discutidas idéias de intervenções nas situações mais comuns de falta de limites, vividas em casa, na sala de aula e no meio social.
Perguntas e conclusões:
Após discussão com as mães, refletir junto sobre as possibilidades de atitudes a serem tomadas.
(1) Como educar uma criança que não interage com seus colegas na escola, com seus familiares, entrando em conflito com todos a sua volta. Sua mãe o coloca de castigo, mas seu pai com pena, pois não consegue ver seu filho chorando, libera a criança do castigo sem cumprir o tempo determinado pela mãe?
Conclusão:
• Não deve haver desautorização.
• Deve haver combinações entre pai e mãe.
• Pai e mãe devem conversar com a criança, ficando na mesma altura dela, sobre o ocorrido.
• Ao castigar a criança deverá ser indicado o local de castigo e o horário de permanência, na saída do castigo a mãe deve conversar sobre o fato demonstrando carinho, fortalecendo os laços de amor.
• Estipular como reforço positivo, uma tabela de pontos marcados com figuras tipo: flores, bolas de gude, etc. compensando as atitudes positivas realizadas pela criança. Pontuando o máximo de pontos para o ganho de um brinde,podendo ser um passeio, um cinema, um sorvete,etc..
(2) Como os pais se comportam ao se deparar com um filho fruto de uma gestação de risco, cuidado como “bibelô” da família, sendo seus desejos atendidos, ter um comportamento indesejável como tomar brinquedos que não são seus, querer comprar tudo o que vê o que deseja. Quando é contestado, joga-se no chão, provocando o desconforto dos pais e todos a sua volta?Como resolver este problema?
Conclusão:
• Não ceder a sua vontade.
• Ficar de seu tamanho, olho com olho, explicar como é desagradável a sua atuação.
• Negociar o que irá cortar do seu lazer por ter aquela atitude (não se esquecer de verbalizar o tempo do castigo).
• Estabelecer reforço positivo para uma melhoria de comportamento, não significando a retirada do castigo. Exemplo: fazer quadro de pontos positivos seja representado por figuras ilustrativas (tipo flores, bolas de gude, carrinhos, etc (...) estabelecendo o número para o ganho de prenda procurando inverter o sentido da ação).
• Deixar chorar.
• Não ignorar esta chantagem emocional, assumindo o papel de pai e mãe.
(3) Como evitar que seu filho fale palavras de baixo galão, tipo “palavrões” em público, repetindo o que os adultos falam inclusive o que “às vezes” você e seu marido deixam escapar?
Conclusão:
• Evitar falar palavrões em casa, pois são modelos de comportamento para seus filhos.
• Policiar os programas de TV, músicas sempre esclarecendo tudo que for perguntado ou dito pelo seu filho.
• Conversar e esclarecer as dúvidas dos filhos.
(4) Como se comportar ao ser chamado na escola de seu filho mais velho (07 anos), por este estar disperso nas aulas, recusando-se a fazer os exercícios e suas atividades em casa. Em casa seu comportamento anda estranho, fica boa parte do tempo sozinho,recusa-se a brincar com os amigos, exigindo a sua presença para tudo, inclusive desejando voltar a mamar em seu peito.Esta mudança de comportamento começou no momento que nasceu seu irmãozinho de apenas 04 meses?
Conclusão:
• Acompanhar as suas tarefas sem realizar estas para a criança.
• Dar atenção igual aos dois filhos, pedindo que o mais velho ajude a cuidar do mais novo, criando atividades como ajudar a dar banho no bebê, dar comida, etc...
• Pontuar sobre a responsabilidade dos atos cometidos, questionando sua atitude perante a escola, orientando sobre uma possível repreensão ou reprovação, tendo este sabedor, assumindo seus atos.
(5) O que fazer ao se deparar com sua filha de 09 anos falando com convicção de fatos e sumiço de objetos que não aconteceram na realidade, criando a fantasia de existirem, passando a ocuparem o lugar da verdade?
Conclusão:
• Esclarecer a partir do diálogo como é inoportuna a mentira, como a pessoa que mente se sente ao ser descoberta a sua mentira, citar exemplos, perguntando se ela conhece algum para ilustrar.
• Fazer a criança revelar a verdade, reforçando este momento com a importância para a sua vida futura.
• Criar um momento para reflexão mãe e filha, levando em conta o compromisso com a verdade.
• Diálogo.
(6) Como se comportar ao saber pela sua filha de 10 anos que está apaixonada por um colega da escola de sua idade e que parece ser correspondida?
Conclusão:
• Conversar sobre a responsabilidade de um namoro, falar sobre o que o sentimento, o que acontece com os impulsos, como controlar.
• Não questionar a idade de sua filha, atendê-la neste momento. Trata-se de um momento especial,não pense ser bobagem os sentimentos que está sentindo, compreenda,não deixe sem respostas as suas perguntas.
• Evitar proibir.
• Prestar atenção a programação da TV que sua filha anda interessada.
(7) Como agir mediante a reclamação da escola a respeito do comportamento irrequieto de seu filho de 09 anos, não para sentado, não tem atenção à aula perde seus pertences, termina suas atividades escolares rapidamente sendo às vezes, concluídas pela metade?
Conclusão:
• Diálogo.
• Procurar ajuda de um psicólogo.
• Dar exemplos da importância do estudo na vida de uma pessoa.
• Estabelecer rotina de organização feita pela própria criança em casa, com horários das tarefas, de estudos, para brincar.
• Reservar um tempo mesmo que pequeno para estar com a criança.
(8) Qual a sua atitude com seu filho que no jogo de futebol onde é atacante vendo o seu time perder, parte para a agressão. É chamada na escola por ele desistir de fazer o trabalho de grupo na escola por um de seus colegas não saber responder a um quesito, chorando,brigando sai da sala.Você diz ao professor de seu filho,que trata e verbaliza o seu filho afirmando que ele é sempre vencedor, deixando claro, a ele, este seu desejo?
Conclusão:
• Orientar a criança que ser o primeiro não é tão importante, o que importa é chegar e alcançar o objetivo ou aceitar a perda melhorando, perseverando.
• Questionar o uso da violência como resolução dos problemas, é atitude de quem não possui inteligência, mostrar exemplos que o maior prejudicado será ele próprio.
• Diálogo
• Procurar a ajuda de um psicólogo.
(9) Qual a sua atitude com sua filha de 11 anos, ao perceber que apresenta mudanças de humor onde por motivos banais se debulha em lágrimas ou fica de mal com qualquer pessoa, inclusive com sua família. Você percebe que esta atitude poderá ser um manifesto de manipulação fazendo com que suas vontades e atenção sejam satisfeitas, ignorando suas investidas. Então, ao ver que seus desejos já não estão sendo satisfeitos com freqüência, sua filha passa a queixar-se de incômodos físicos, tipo dores de cabeça constantes, dores generalizadas no corpo, até mesmo desmaios?Sente-se culpada, pois se separou recentemente do pai de sua filha.
Conclusão:
• Orientação a partir do diálogo.
• Procurar o médico e psicólogo.
• Explicar a sua filha o porquê de sua separação, que não mudará a relação entre ela e o pai.
• Demonstrar que compreende o seu sofrimento, mostrar que tem defeitos, dizer que você também erra.
• Não fale mentiras, pois você é o seu modelo, é a pessoa em quem ela confia.
• Não prometer aquilo que não irá cumprir.
• Não deixe sem respostas as suas perguntas.
• Saiba pedir desculpas, quando sentir que cometeu um erro para com sua filha.
(10) Qual a atitude que você tomaria ao perceber que seu filho está sendo ridicularizado pela família e colegas da escola, por causa de sua estatura, sua voz, pelo excesso de peso, pela sua aparência por estar entrando na puberdade?
Conclusão:
• Procurar um psicólogo.
• Orientar seu filho mostrando o quanto é importante a fase que se inicia.
• Procurar a escola para dar conhecimento que a atitude dos colegas de seu filho pode ser um ataque de bullying.
• Desenvolver em seu filho o sentimento de auto- estima, realçando algo como a sua inteligência, sua competência, suas atitudes.
• Reunir a família para uma conversa informal sobre o caso com seu filho presente, fazendo com que ele faça sua queixa.
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